sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Desmatamento Brasil

O homem é a principal causa do desmatamento ou destruição das florestas tropicais.

Os humanos estão cortando as floretas tropicais por muitas razões, incluindo:

  • Madeira para uso próprio (móveis, construção de casas, etc.) e madeira para fazer fogo;
  • Agricultura para pequenos e grandes fazendeiros;
  • Terra para fazendeiros pobres que não têm nenhum lugar para viver;
  • Pasto para a criação de gado; e
  • Construção de estradas.



Brasil evita emissão de 769 milhões de t de CO2

Brasil já evitou a emissão de 500 milhões de toneladas do dióxido de carbono (CO2) desde 2004 somente com a redução do desmatamento da floresta amazônica.
O Brasil já evitou a emissão de 500 milhões de toneladas do dióxido de carbono (CO2) desde 2004 somente com a redução do desmatamento da floresta amazônica, que, de acordo com o Ministério do Meio Ambiente, apresenta taxa acumulada de 59% até agosto de 2007. A esses números devem-se somar os 269 milhões de toneladas evitadas ou a evitar até 2012 resultantes até agora de 255 mecanismos de desenvolvimento limpo (MDL) nacionais implantados de acordo com as normas do Protocolo de Kyoto. Os resultados passados do desmatamento e futuros de projetos produtivos (sem considerar eventuais novas reduções da derrubada de florestas) já somam, portanto, 769 milhões de toneladas não emitidas de CO2 ou seu equivalente em outros gases que causam o aquecimento global. A contribuição brasileira equivale a cerca de 20% de todas as emissões de gases estufa que os países industrializados terão de promover até 2012.
Depois de ver aprovada, ainda no âmbito de Kyoto, a proposta de criação do MDL, para que os países emergentes pudessem desenvolver e adotar tecnologias menos poluentes de produção, o Brasil propôs, na 13ª Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, em dezembro, em Bali (Indonésia), a criação do Fundo de Proteção e Conservação da Amazônia Brasileira, tamanha a importância da manutenção das florestas no combate ao efeito estufa.
Os dados mais recentes do Projeto de Monitoramento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite (Prodes) registraram redução de 20% na taxa de desmatamento entre 31 de julho 2006 e 1º de agosto de 2007, o equivalente a 11.224 km2 no período.Desde março de 2004, a taxa do desmatamento registrou uma queda acumulada de 59%. Mas nos últimos meses do ano passado houve um forte aumento na derrubada de matas, levando o governo a adotar um plano com a participação de 13 ministérios, coordenado pela Casa Civil, de combate ao desmatamento a partir agora de 2008. O plano vai dar destaque aos 40 municípios detentores dos maiores índices de derrubada de matas, localizados no Pará, em Rondônia e no Mato Grosso.
O Ministério do Meio Ambiente espera, com o fundo de conservação, atrair recursos para transformar a redução das emissões por desmatamento em um sistema de financiamento da conservação e uso sustentável da floresta. As iniciativas brasileiras buscam defender a manutenção do Protocolo de Kyoto depois de 2012, quando encerra o primeiro período de compromissos do tratado, com ajustes para tornar mais rígidas as metas de redução de emissões de gases de efeito estufa.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Vamos começar a "sujar" as mãos !! - Parte 2

Quem lembra desse post ?

http://plantarecolher.blogspot.com/2007/12/vamos-comear-sujar-as-mos.html

Já plantei umas 10 árvores sem sair de casa, com apenas 1 click por dia !
Em breve post com a"foto" da minha floresta ! :D !

Abr

Mapa - Bioma Amazônia

Conheça a Amazônia.
Bem legal !

Fonte : www.wwf.org.br

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Entrevista Al Gore

Entrevista Al Gore

Será ?

Cientistas americanos negam importância do fator humano no aquecimento global

WASHINGTON (AFP) — Um grupo de cientistas americanos insiste, com base em gráficos, em negar a importância do fator humano nas mudanças climáticas, que seriam resultantes de fenômenos naturais.

Suas conclusões contrariam as do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC), que utiliza, porém, os mesmos dados. Em seu último relatório, os especialistas do IPCC avaliaram em 80% as possibilidades de que o fator humano, ou seja, a queima de hidrocarbonetos e de gases causadores do efeito estufa decorrentes, seja responsável pelo aquecimento global no último século, cujas conseqüências, segundo eles, são potencialmente catastróficas.

"A observação dos dados (reais) do aquecimento global, se comparada às evoluções das temperaturas na superfície do globo e na atmosfera, não mostra as características de um aumento das temperaturas provocado pelo efeito estufa atmosférico", afirma David Douglass, climatologista da Universidade de Rochester (Nova York).

Douglass é o principal co-autor de um estudo publicado na edição de dezembro da revista britânica "The International Journal of Climatology of the Royal Meteorological Society".
"A conclusão é que a contribuição humana, devido ao crescimento das emissões de dióxido de carbono (CO2) e de outros gases de efeito estufa, é desprezível".

John Christi, climatologista da Universidade do Alabama (sul), que também participou da pesquisa, explica que uma comparação da evolução das temperaturas coletadas por satélites mostra que a tendência ao reaquecimento atmosférico não excede a observada na superfície do planeta.

Os modelos do IPCC indicam, pelo contrário, uma alta das temperaturas atmosféricas de duas a três vezes maior do que na Terra.

Fred Singer, professor de Climatologia na Universidade de Virgínia (leste), que também participou do estudo, diz que "a tendência atual está inserida em um ciclo natural de aquecimentos e esfriamentos do clima há milênios, que pode ser lida nas calotas polares, camadas sedimentares dos fundos marinhos e nas estalagmites".

"A questão sobre se os humanos podem produzir uma mudança climática é importante e ainda não está resolvida", concluiu ele durante uma intervenção no Clube Nacional da Imprensa, em Washington.