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quinta-feira, 5 de junho de 2008

DIA DO MEIO AMBIENTE !!




Você sabe qual o tamanho do estrago que você causa ao ambiente?

Local: Brasília - DF
Fonte: WWF Brasil
Link: http://www.wwf.org.br/pantanal/default.htm


Neste dia 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, a ONG WWF-Brasil lança oficialmente em seu site uma calculadora de "pegada ecológica". O conceito, criado na década de 1990 pelos especialistas William Rees e Mathis Wackernagel, ajuda a identificar a quantidade de recursos da natureza que usamos toda vez que fazemos compras, comemos, andamos de carro e assim por diante.

O tamanho de uma "pegada" varia de acordo com o país em que se vive. Os parâmetros analisados no cálculo incluem dados como o tamanho da população, a quantidade de florestas existentes no território, áreas de pastagens e agricultura, além das diversas formas de consumo dos habitantes

"Pesquisas mostram que o ser humano, atualmente, utiliza 25% a mais do que o planeta pode oferecer em recursos naturais", explica Irineu Tamaio, coordenador do programa de educação para sociedades sustentáveis do WWF-Brasil. Ou seja, precisamos de um planeta e mais um quarto dele para sustentar nosso estilo de vida atual.

No Brasil, o índice segue a tendência. Já nos Estados Unidos, o estilo de vida proporciona um impacto muito maior. "Se todas as pessoas do mundo tivessem os mesmos hábitos do americano, seriam necessários cinco planetas para nos sustentar", diz.

O cálculo da "pegada ecológica" pode ser feito no site www.pegadaecologica.org.br

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Eucalipto

Reflorestamento agora é o "filão" na economia de Rondonópolis

A Tribuna de Rondonópolis

O plantio de eucalipto tem se tornado um interessante filão na economia regional. Isso porque Rondonópolis vem se consolidando como um grande consumidor de lenha para a geração de energia elétrica. Esmagadoras de soja, frigoríficos, cerâmicas e empresas de vulcanização do município são grandes clientes dessa madeira extraída de forma ambientalmente correta. É um mercado em expansão.
A Secretaria Municipal de Agricultura e Pecuária, apesar de não ter dados oficiais, estima que somente Rondonópolis possua uma área entre sete e dez mil hectares ocupados com reflorestamento praticado em médias e grandes propriedades. A adesão ao reflorestamento por eucalipto, segundo o secretário da pasta, Adão Hipólito Garay da Silva, inibe a exploração de madeira nativa e contribui com a preservação ambiental.
Adão Hipólito afirma que, em Rondonópolis, a lucratividade do reflorestamento, por exemplo, remunera melhor que o algodão, por estar próximo dos consumidores. “É um mercado com alta demanda”, garantiu, explicando que, além da lenha para geração de energia, existem variedades de eucalipto voltadas à exploração pela indústria moveleira, construção civil, propriedades que trabalham com pecuária, entre outros.
O secretário informou que Rondonópolis possui, inclusive, várias empresas produtoras de mudas de eucaliptos com alto grau de qualidade. Para formar um hectare de reflorestamento, Adão Hipólito estima ser necessário R$ 3 mil. Em média, o eucalipto demora seis anos para atingir o ponto de corte, mas existe variedade que já está pronta com cinco anos. Na fase de crescimento, há necessidade de tratos culturais e adubação.
Um grande consumidor de lenha na cidade é a ADM, que possui 1 mil hectares de reflorestamento próximo ao perímetro urbano. Também grande consumidora, a Bunge financia produtores para o plantio do eucalipto para a madeira que consome. E tem mais grande consumidor surgindo: a Cervejaria Petrópolis, que anunciou ano passado a intenção de plantar quase 700 hectares de eucalipto na região.
Adão Hipólito observou que, em seminário ambiental realizado há alguns anos em São José do Povo, foi alertado sobre a exploração ilegal de madeira nativa na região, visando o suprimento de empresas de Rondonópolis, o que mostra, segundo ele, que ainda há espaço para ser explorado pelo reflorestamento legal.
OBRIGAÇÃO – Conforme lei, todas as pessoas físicas ou jurídicas que explorem, suprimam, utilizem, transformem ou consumam produtos e subprodutos de origem florestal no território de Mato Grosso ficam obrigadas a efetuar a reposição florestal, conforme normas e procedimentos estabelecidos pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema).

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Madeira certificada

Holanda pretende chegar a 100% de produtos madeireiros certificados na construção civil até 2070

16/04/2008
Local: São Paulo - SP
Fonte: Amazonia.org.br

Aldrey Riechel

"Nossa meta é que até 2010 tenhamos 70% de madeira certificada e chegue a 100% em 2070", revela Christian va der Kamp, representante de municipalidade da Holanda, durante a sua apresentação na III Feira Brasil Certificado, que acontece até sexta-feira (18), em São Paulo. Atualmente a Holanda consome 23% de madeira certificada pelo FSC na construção civil.

Segundo ele, a pressão por produtos certificados está crescendo no país, tanto pelas construtoras como por clientes. A preocupação é que exista mercado suficiente para atender as demandas.

Mesmo sabendo que o FSC não faz milagrosa, Kamp afirma a necessidade de mudanças no comportamento para diminuir os impactos sobre o clima e rebate as criticas de especialistas que afirmam que a ação humana não causa impactos sobre as mudanças climáticas. Para ressaltar sua opinião, ele apresenta uma história: "se você está dirigindo um carro e fica cego quando pára em um sinal vermelho. O que você faz? Os passageiros são todos motoristas e metade diz pra você continuar seguindo e a outra afirma que o sinal ainda não abril. Eu escolheria não continuar". Kamp, afirma que com as mudanças climáticas ocorre o mesmo.

O país também esta elaborando uma rede regional para o setor agrícola com o objetivo de reduzir a emissão de CO² na atmosfera.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Vamos começar a "sujar" as mãos !! - Parte 3

Conforme prometido segue a foto da minha "floresta"

22 árvores já !!


Só pra lembrar:

Essa ONG planta 1 árvore a cada "click", vários patrocinadores ajudam !

Basta se cadastrar e "clikar"Podemos plantar uma por dia, ou seja, uma vez cadastrado você pode plantar uma por dia e fazer a sua própria floresta. :D

No site, após logar e possível ver quantos m2 tem a sua floresta, onde foi plantado, quantas árvores, etc...Basta "clikar" no site e mãos a obra http://www.clickarvore.com.br/

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Vamos começar a "sujar" as mãos !! - Parte 2

Quem lembra desse post ?

http://plantarecolher.blogspot.com/2007/12/vamos-comear-sujar-as-mos.html

Já plantei umas 10 árvores sem sair de casa, com apenas 1 click por dia !
Em breve post com a"foto" da minha floresta ! :D !

Abr

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Plano detalha o custo para zerar o desmatamento

Plano detalha o custo para zerar o desmatamento
RAFAEL GARCIA da Folha de S.Paulo

Zerar o desmatamento da Amazônia em dez anos e manter a situação sob controle por mais vinte custaria US$ 257 bilhões, estima um relatório divulgado nesta segunda-feira (3) por cientistas brasileiros e americanos. Apesar de a cifra parecer astronômica, ela está dentro de uma ordem de grandeza que pode ser bancada por um acordo internacional que compense o Brasil por preservar suas florestas.

Para chegar a esse valor, os cientistas calcularam o chamado "custo de oportunidade" de deixar de lucrar com o desmatamento. Para cada região amazônica, os pesquisadores liderados por Daniel Nepstad, do Centro de Pesquisa de Woods Hole (EUA), calcularam qual é a atividade econômica mais rentável e estimaram os lucros para o período.

Dentro da proposta, um pecuarista que comprasse uma propriedade e quisesse desmatar 20% dela --o limite máximo permitido por lei na Amazônia-- receberia um valor equivalente ao lucro para deixar toda a mata em pé.

"Não é uma coisa relacionada a dar dinheiro para quem desmatou muito, e ilegalmente, para parar de desmatar agora", explica Paulo Moutinho, diretor de pesquisas do Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia), que também assina o relatório.

O que os pesquisadores fizeram pela primeira vez foi um mapa dos custos de oportunidade na Amazônia, mostrando onde ele é mais caro e onde ele é mais barato. O trabalho revelou que apenas 6% das terras preservadas concentram cerca da metade de todo o custo de oportunidade na Amazônia.

"O valor é baixo em praticamente 90% [das terras], principalmente aquelas para pecuária, porque têm uma rentabilidade muito baixa", afirma Moutinho. "Nas áreas altamente propícias à soja, com terreno plano, clima bem estabelecido, solo com características especificas para plantio do grão, seria preciso compensar muito mais para o proprietário deixar de ter atração por derrubar legalmente a floresta e plantar soja. Mas essas áreas são muito pequenas na Amazônia."

Pela proposta dos cientistas, a compensação aos proprietários de terra que abrirem mão da sua cota legal de desmatamento viria de um fundo criado especialmente para isso. E o plano propõe a criação de outros dois fundos: um para compensar povos da floresta que já preservam as áreas que ocupam, e outro para fortalecer a presença do governo na região, única forma de combater o desmatamento ilegal.

Bolsa-floresta

O fundo voltado a proprietários de terras, na verdade, seria o menor dos três. "A maior parte do recurso iria para os povos da floresta, que protegem mais de 40% da Amazônia em unidades de conservação, reservas extrativistas e terras indígenas", explica Moutinho. "O fundo governamental serviria para várias coisas, desde pagar programas de bolsa-floresta até investir na saúde de populações rurais, assistência técnica até políticas publicas. Seria um fundo para aumentar a governança, colocar o estado dentro da Amazônia e fortalecer sua presença lá."
Mas de onde surgiriam esses US$ 257 bilhões? Esse dinheiro, dizem os pesquisadores, pode vir do mercado de carbono criado pelo Protocolo de Kyoto para combate ao aquecimento global. No caso da Amazônia, reter os 47 bilhões de toneladas de carbono custaria cerca US$ 5,50 por tonelada.

O problema é que Kyoto, o acordo que está em vigor até 2012, não considera o desmatamento evitado passível de inclusão nas negociações. E não é à toa que o relatório do Woods Hole está sendo divulgado hoje, justamente na abertura da COP-13, a Décima Terceira Conferência das Partes da Convenção do Clima, em Bali.
*****

Idéia maluca ! mas se der certo seria interessante.

O problema, na minha opinião, é quer teria uma "corrida" para a compra de propriedades na amazônia.

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Brasil está entre líderes de reflorestamento, diz Unep

O Brasil já plantou 16 milhões de árvores neste ano e garantiu uma vaga entre os maiores reflorestadores do mundo, de acordo com a Unep, a agência ambiental da Organização das Nações Unidas (ONU).
As informações fazem parte da iniciativa da ONU de plantar 1 bilhão de árvores em 2007 - proposta pela ambientalista queniana Wangari Maathai, ganhadora do Nobel da Paz de 2004 - e já superada no ano.
A agência informou que mais de 1,5 bilhão de árvores foram plantadas.
"A iniciativa para catalizar o compromisso com a plantação de um bilhão de árvores foi bem-sucedida e inclusive ultrapassou a sua meta", disse o diretor da Unep, Achim Steiner.
A agência da ONU afirmou que a Etiópia foi a líder do ranking, com 700 milhões de árvores plantadas. O país hoje tem uma cobertura florestal de apenas 3% do seu território. Há alguns séculos, as florestas ocupavam 40% da área.
Entre os outros campeões do replantio em 2007 estão: México, com 217 milhões; Turquia, com 150 milhões; Quênia, cem milhões; Cuba, mais de 96 milhões; Ruanda, 50 milhões; Coréia do Sul, 43 milhões; Tunísia, 21 milhões; Marrocos e Mianmar, 20 milhões; e finalmente, Brasil, com 16 milhões.
Os países em desenvolvimento e pobres deixaram para trás os países ricos da Europa e da América do Norte, de acordo com os dados da Unep.
A Europa responde por pouco mais de 10% do total plantado, já a América do Norte, por apenas, 5,6%. A África foi o continente que mais plantou, com 60,4% do total.
Em seguida, vem a América Latina, com 27,4%.
A agência da ONU ressaltou o "entusiasmo" de cidadãos que, segundo a Unep, correspondem a metade dos plantadores. As empresas respondem por outros 13% do plantio.
A Unep destacou também que os governos da China, da Guatemala e da Espanha ainda não anunciaram o número de árvores plantadas no ano, mas devem acrescentar milhões à lista.
A Indonésia também anunciou que vai plantar 80 milhões de árvores antes do início da conferência sobre Mudança Climática da ONU, em Bali, na semana que vem.
A reunião vai discutir as bases de um acordo para limitar as emissões de gases do efeito estufa a partir de 2012, quando vence o Protocolo de Kyoto, que vigora atualmente e prevê reduções de emissões de carbono de 5% em relação aos níveis de 1990 até 2012.
A iniciativa do bilhão de árvores foi lançada há um ano, em Nairóbi, no Quênia.

Fonte oglobo.com.br